Revolta contra selfies dos famosos
A praga das selfies invadiu de vez o espaço público global, com atrizes, músicos e até políticos a quererem mostrar-se jovens e a par das modas mais recentes dos adolescentes nas redes sociais.
Mas há uma altura em que alguém tem de dizer basta e foi isso que fizeram o diretor do Festival de Cannes e Anna Wintour, a poderosa diretora da "Vogue", que organiza o evento mais badalado do ano em Nova Iorque, nos EUA.
O diretor do Festival de Cannes lamenta não poder para banir de vez esta prática "ridícula e grotesca", mas, ainda assim, deixou um pedido aos famosos que vão passar pela passadeira vermelha: evitem tirar selfies.
"De qualquer das formas, é sempre a fotografia mais feia de si", salientou Thierry Frémaux ao jornal "Tha Guardian", ainda em abril, no momento da apresentação do festival deste ano.
Se a preocupação estética também pesa para a decisão, há um fator prático bem mais complexo de resolver, já que as fotografias com o telemóvel atrasam a passagem na passadeira vermelha.
"Temos um certo tempo para fazer as pessoas passar pela passadeira vermelha e atrasa imenso as coisas se estiverem a parar de dois em dois metros para tirar uma fotografia deles próprios... com eles próprios", explicou Frémaux.

O diretor do Festival de Cannes lamenta não poder para banir de vez esta prática "ridícula e grotesca", mas, ainda assim, deixou um pedido aos famosos que vão passar pela passadeira vermelha: evitem tirar selfies.
"De qualquer das formas, é sempre a fotografia mais feia de si", salientou Thierry Frémaux ao jornal "Tha Guardian", ainda em abril, no momento da apresentação do festival deste ano.
Se a preocupação estética também pesa para a decisão, há um fator prático bem mais complexo de resolver, já que as fotografias com o telemóvel atrasam a passagem na passadeira vermelha.
"Temos um certo tempo para fazer as pessoas passar pela passadeira vermelha e atrasa imenso as coisas se estiverem a parar de dois em dois metros para tirar uma fotografia deles próprios... com eles próprios", explicou Frémaux.
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